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Francisco Lorenz
Quem era

O HOMEM UNIVERSALISTA E A MEDIUNIDADE SEM FRONTEIRAS

          Francisco Valdomiro Lorenz só nos deixou o legado espiritual e intelectual que deixou porque era um homem universalista.

          Seus conhecimentos estavam à frente do seu tempo e, por isso, só agora, neste novo século e década que têm início é que vamos poder realmente entender a obra do homem que não pode ser chamado apenas de esperantista, médium, esotérico, curador, poliglota, astrólogo ou qualquer outro rótulo. Ele era muito mais que isso!

          Se abrirmos as nossas mentes para o verdadeiro núcleo da obra de Francisco Valdomiro Lorenz, veremos que seus ensinamentos têm, sim, muito a nos mostrar em termos de conhecimento. Mas além dessa visão mais racionalista, se nos voltarmos para a sua obra sem os véus dos nossos limitantes dogmas e preconceitos, veremos que é possível aprender muito mais por meio de seu exemplo de conduta e colaboração em vários campos da espiritualidade do que apenas com os nomes que damos às suas faculdades intelectuais e mediúnicas. E sua espiritualidade era uma coisa universal, não arraigado a uma crença, dogma ou religião, o que ainda é difícil para muitos de nós.

          Freud não era freudiano, Cristo não era cristão, Marx não era marxista, Kardec não era kardecista, e a proposta do nosso instituto não é lorenziana, mas universalista, como nosso irmão, mestre e inspirador.

          Precisamos nos tornar cada vez mais humildes e, ao mesmo tempo, mais capazes de acreditar que podemos seguir os passos dos Mestres da Humanidade, suas obras e exemplos de conduta, mas devemos ter bem claro em nossos corações que também é nosso dever buscar descobrir dentro de nós mesmos que podemos ser melhores, como Cristo mesmo nos disse por meio de seus apóstolos e do Evangelho.

          Com muita fé, humildade e senso de responsabilidade espiritual, Francisco Valdomiro Lorenz é para todos nós, na atualidade, um exemplo vivo, um guia que pode nos mostrar aonde podemos ir e até onde poderemos chegar se colocarmos os nossos dons a serviço da humanidade, como ele os colocou.

          Poderemos, se realmente quisermos, transformar todos os nossos limites – sejam eles as fronteiras geográficas das cidades, regiões e países, as línguas ou até mesmo as nossas crenças mais comuns e arraigadas – em oportunidades de transcender essas barreiras autoimpostas pela nossa mente, que julgamos ser limitada, e seguiremos em frente rumo ao Universalismo e a uma cultura de Paz e Inclusividade. Assim, vamos poder chamar uns aos outros verdadeiramente de Irmãos.